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quinta-feira, setembro 11, 2014

A Voz das Avós no Fluir das Águas




Filme sobre o Encontro do Conselho Internacional das 13 Avós
Nativas, realizado em Brasília, em outubro de 2011. Ele retrata uma
perspectiva de culturas tradicionais do Brasil e do mundo sobre a
problemática da água.


As treze avós nativas, representantes das tradições de nossos povos, que se reuniram pela primeira vez de 11 a 18 de outubro de 2004, em Phoenicia, no estado de New York, nos Estados Unidos da América. Provenientes das quatro direções do Globo, nos encontramos na terra do povo da Confederação Iroquesa. Viemos da Floresta Amazônica, do Círculo Ártico da América do Norte, das Grandes Florestas do Noroeste Americano, das Vastas Planícies da América do Norte, das Terras Altas da América Central, das Colinas Negras do Dakota do Sul, das Montanhas de Oaxaca, do deserto do Sudoeste Americano, das Montanhas do Tibet e da Floresta da África Ocidental.
Afirmando nossas relações com as medicinas tradicionais de todo o mundo, nos reunimos em torno de uma visão comum para formar uma nova aliança global.
Nós somos o Conselho Internacional das Treze Avós Nativas. Formamos uma só unidade. Nossa aliança é de preces, educação e cura pela nossa Mãe Terra, todos os seus habitantes, em especial as crianças, e as sete gerações vindouras.
Inquieta-nos profundamente a destruição sem precedentes de nossa Mãe Terra, a contaminação de nosso ar, nossas águas e nosso solo, as atrocidades da guerra, a disseminação global da pobreza, a ameaça das armas nucleares e do lixo radioativo, a cultura predominante do materialismo, as epidemias que ameaçam a saúde dos povos da Terra, a exploração das medicinas tradicionais e a destruição das tradições dos povos nativos.
Nós, o Conselho Internacional das Treze Avós Nativas, acreditamos que nossos modos ancestrais de rezar, de fazer paz e de curar são hoje uma necessidade vital. Nos unimos para orientar, educar e formar nossas crianças. Nos unimos para preservar a prática de nossas cerimônias e afirmar o direito de usar nossas plantas medicinais livres de impedimentos legais. Nos unimos para proteger as terras onde vivem nossos povos e das quais dependem nossas culturas, salvaguardar com segurança a herança coletiva das medicinas tradicionais e defender a própria Terra. Acreditamos que os ensinamentos de nossos ancestrais iluminarão nosso caminho em meio a um futuro incerto.
Nos juntamos a todos aqueles no mundo que honram o Criador e todos aqueles que trabalham e rezam pelas nossas crianças, pela paz mundial, pela cura de nossa Mãe Terra.
Por todos os nossos semelhantes.”

quinta-feira, setembro 04, 2014

Documental Circulos de Luna Roja


Narrado em forma de conto, seu fim é motivar as mulheres a realizar e participar em círculos de mulheres e fazer. Plantio da Lua. Está dedicado ao feminino do planeta.



quarta-feira, agosto 27, 2014

Workshop - O parto como uma pratica espiritual!




O parto como uma prática espiritual inclui todo tipo de pranayamas, asanas, cantos, técnicas manuais, uso de ervas e infusões, massagens, dinâmicas com o parceiro, os primeiros cuidados com o bebê (visão da medicina oriental) e muito mais...


Convidamos a Participar do Workshop - O Parto como uma pratica espiritual!

A partir do dia 6 de Setembro das 15h as 19h, com a Parteira Kausalya Dasarath dd diretamente de Chile, formada em Obstetrícia e Puericultura Terapeuta em Medicina Chinesa.

Rua Muniz de Sousa,774- Aclimação
Tel: 5908-1361

Valor: R$120,00/ Casal:R$200,00





sexta-feira, agosto 22, 2014

Festival Somos la Luna - Loreto Contreras Herrera



Encontro de mulheres resgata relação do feminino com a natureza




Com intuito de nos aproximarmos mais uma das outras e conhecer mais o nosso sagrado feminino e estar em verdadeira conexão com a mãe terra e sentir a força que ela tem sobre nó e como ser guardiãs dela.

Teremos:
Dança, canto, yoga, cerimonias e ecologia;

Obs. Venha de saia, para juntas celebrar nossa conexão com a mãe terra.

" Um círculo de mulheres é um espelho multifacetado no qual cada uma se vê refletida. O que cada uma vê de si mesma - nas palavras e nos gestos das demais - depende da capacidade de cada mulher, como espelho, de ser clara e compassiva. O que enxergamos em nós mesmas, pode ser trabalhado e transformado".

Jean Shinoda Bolen, in O Milionésimo Círculo.


Para mais informações.
Telefone. 11 5908 1361 ou pelo e-mail. lalitamadhava@hotmail.com

Te esperamos ;)



terça-feira, julho 29, 2014

O Primeiro Grito





O Primeiro Grito, é um documentário de Gilles de Maistre, que nos mostra uma visão global do mundo sobre o nascimento, a preparação das mulheres nas diferentes culturas, desde um parto aquático assistido por golfinhos no México, até um parto no deserto pelos Tuaregs. Assim mesmo, nos mostram os diferentes rituais ancestrais no contraparte da tecnologia nas sociedades ocidentais. É um documentário que sacode e emociona profundamente, dando uma visão global das diferentes práticas atuais para receber ao ser humano

Assista o Doc. e comente !!!






segunda-feira, julho 28, 2014

Terra fértil e sangue menstrual


Antigos registros indígenas dão conta de rituais feitos pelas mulheres durante o tempo da lua, ou seja, a menstruação. Elas acreditavam que o sangue menstrual trazia visões, sonhos especiais e poder de cura. De cócoras sobre a terra, as índias deixavam o sangue escorrer livremente e penetrar o solo “para nutrir a terra e garantir a manutenção da vida no planeta”. Era uma espécie de retribuição à energia vital, um jogo de equilíbrio que mantinha forte a ligação das mulheres com a terra e com Gaia – terra com “t” maiúsculo.

Já faz algum tempo, li um texto de uma líder indígena que dizia que os homens entraram em guerra na Terra quando as mulheres deixaram de jorrar seu sangue sobre a terra. Fatos históricos à parte, faz muito tempo que as mulheres não menstruam sobre a terra, sequer sentem o cheiro de seu sangue porque os absorventes industrializados trazem perfumes para disfarçar o aroma do sangue e confundir o olfato. A mulher anda tão distante de seu ciclo natural que sente nojo do próprio sangue, prefere não senti-lo, não vê-lo.


Há cinco anos, adotei o absorvente ecológico em meus “tempos da lua” . A experiência começou para alimentar minha curiosidade sobre como faziam as mulheres antes dos descartáveis – e também para ver se eu seria capaz de reduzir o lixo gerado com os descartáveis (que não são nem um pouco ecológicos). Sim, porque muitas de nós sequer conseguem imaginar o tamanho do incômodo de passar pela menstruação com paninhos laváveis. Não é verdade?
Neste feriado eu estava na ecovila conversando com o Hiroshi, amigo, idealizador da comunidade e agrônomo defensor dos orgânicos. O papo girava sobre como adubar a terra com o composto da cozinha, quando resolvi contar a ele que eu adubava algumas plantas em casa com o meu sangue menstrual. Parênteses: os absorventes ecológicos, feitos de tecido de algodão, ficam de molho na água durante 24 horas, antes de serem lavados com sabão de coco. Essa água recebe o sangue com muitos nutrientes e hormônios que são excelentes fertilizantes para a terra. Pois bem. Ele adorou a história e me pediu para doar um pouco dessa solução para ele, para que possa testar em algumas plantas. Achei engraçado e confesso que, por um momento, achei íntimo demais para compartilhar. Mas, em seguida, um pensamento simples tomou conta de mim: por que não? Que mal haveria em adubar a terra?


Bom, se você chegou até aqui no texto é porque se interessou pelo assunto ou, então, ficou tão intrigada(o) e enojada(o) que não conseguiu interromper a leitura. Seja como for, que bom que você chegou até aqui! Gosto dessas coisas estranhas que parecem chacoalhar nossos costumes. Lembra-me aquela história dos macacos no laboratório, conhece essa? É mais ou menos assim: Cinco macacos foram colocados numa jaula. No centro dela havia uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para pegar as bananas, os cientistas jogavam água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco tentava apanhar as bananas, os outros o impediam, com uma grande surra. Após algumas brigas, um dos macacos foi substituído. O novato, é claro, logo tentou chegar às bananas, mas foi reprimido a tapas pelos demais. Tempos depois, ele já não tentava alcançar as bananas. Um segundo macaco foi, então, substituído e o mesmo ocorreu: levou uma surra antes que pudesse pegar uma banana, agora com a ajuda do primeiro macaco trocado. Em poucos dias, um terceiro macaco foi substituído, e depois um quarto e, finalmente, o último dos veteranos. Agora eram cinco novos macacos que, mesmo sem nunca terem tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse comer as bananas. Diz a história que se pudéssemos perguntar a algum deles porque o grupo batia em quem tentasse subir a escada, a resposta seria algo do tipo “não sei, mas sempre foi assim”…
Estamos em tempo de rever hábitos arraigados, executados por repetição sem crítica ou reflexão. Antes de dizer que você não faria isso, que é nojento, que é coisa do passado ou da sua avó, experimente. As surpresas só ocorrem àqueles que tentam. A mulher precisa aprender a valorizar a menstruação como uma época de renovação e cura. Menstruar é natural, bonito e pode ser muito ecológico. Acredite, a terra irá agradecer. As plantas do meu quintal, pelo menos, ficaram muito gratas…



por Giuliana Capello 

sábado, julho 19, 2014

VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA - A voz das brasileiras






Vídeodocumentário popular produzido por Bianca Zorzam, Ligia Moreiras Sena, Ana Carolina Franzon, Kalu Brum, Armando Rapchan.
Produzido a partir de depoimentos reais de mulheres, gravados em suas próprias casas com webcam, celular e máquina fotográfica.



A Triste, revoltante e angustiante de nossa assistência obstétrica. Mais um reflexo da enorme deficiência da saúde pública do nosso país. Embora vale ressaltar, como mostrado no vídeo, que a violência obstétrica não ocorre só na rede pública, cesáreas sem indicação, procedimentos desnecessários e descaso dos profissionais de saúde também acontecem na rede privada, com planos de saúde.

Veja o doc, abaixo, e deixe seu comentário!





sábado, julho 12, 2014

DOC. MISS (FALTA DE) REPRESENTAÇÃO









Como uma das forças mais persuasivas e difundida em nossa cultura, a mídia
 influencia de maneira dramática o jeito de educar as meninas desde cedo, 
sugerindo que o valor principal da mulher reside em sua juventude, beleza e
sexualidade, 
não na sua capacidade de liderar.
Através das perspectivas notáveis da juventude e da análise crítica de estudiosos 
no assunto, Senhorita que Representa vai mudar a maneira como você vê mídia."
"Tudo que o homem não conhece não existe para ele. Por isso o mundo tem, 
para cada um, o tamanho que abrange o seu conhecimento."
(Carlos Bernardo González Pecotche)

"Um povo ignorante é um instrumento cego da sua própria destruição."
(Simón Bolivar).



Veja o Documentário abaixo!




quinta-feira, maio 29, 2014

Documentário Útero


Teaser I Projeto documentário Útero, atualmente em etapa de pre-produção.



Imersos em um ambiente cada vez mais caótico e desumanizado, homens e mulheres coexistimos cada vez mas desconectados de nosso ser e nossa origem.
O desconhecimento Tanto do CORPO Físico como o espiritual e a maneira em como se aborda o conceito do feminino desde uma olhada basicamente patriarcal, onde os ciclos naturais são ignorados por completo, tem sido o ponto de partida para questionarmos o que significa o útero para nos como mulheres e para nossa sociedade. É possível configurar uma visão que transcende a de mero órgão reprodutor?. Cremos que sim.
E assim como útero se planta desde um começo como um documentário de autor de carácter experimental, onde a experiência vivencial de suas realizadoras em torno a realidade investigada é parte fundamental do relato, preponderando um tono intimista, simbólico e reflexivo por sobre o exponencial.



Conheça a página no Facebook: 





sábado, abril 26, 2014

La Luna en ti ( A Lua em ti)




"A Lua em Ti" é uma visão limpa sobre o tema-tabú da menstruação, e questiona a realidade social de mulheres e homens de forma aprofundada ao que a sociedade está disposta a admitir. 
O documentário aborda o tema através de referencias pessoais e coletivas, desafiando, de esta maneira, nossas idéias preconcebidas sobre o que é a Feminilidade.